Laboratório é dos mais modernos do mundo, a conclusão está prevista para 2020

Orçamento foi de R$ 1,8 bilhão

O governo inaugurou nesta 4ª feira (14.nov.2018) a 1ª parte do laboratório Sirius –maior estrutura de pesquisa científica do país. O centro, que inclui 1 acelerador de partículas, custou R$ 1,8 bilhão e é ligado ao CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais).

A estrutura será uma das mais modernas do mundo. O 1º teste do ultra-aparelho será realizado nesta 4ª feira (14.nov), mas a estrutura só estará disponível para utilização dos pesquisadores a partir do 2º semestre de 2019.

Estima-se que a conclusão do laboratório, com operação de 13 linhas, será em 2020.

O Sirius sucederá 1 acelerador de partículas utilizado há 30 anos no LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron). Um exemplo da diferença entre as duas tecnologias, é a duração de experimentos semelhantes realizados em 1 e outro. Algumas experiências que geralmente duravam 10 horas agora poderão ser realizados em 10 segundos.

POTENCIAL CIENTÍFICO

O Sirius poderá trazer avanços nas áreas da saúde, energia, agricultura e até mesmo em pesquisas que abordam rochas e petróleo.

Exames do cérebro humano poderão ser aperfeiçoados, trazendo avanços nas descobertas sobre doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson. Na energia, baterias poderão ser melhoradas, trazendo mudanças na duração, valores, tamanho e segurança.

Nas pesquisas sobre produção do petróleo, há potencial para diminuição dos custos e crescimento na produção de locais que geram o pré-sal. No setor da agricultura, o aparelho poderá possibilitar novas descobertas sobre o solo, profundidade, além do aperfeiçoamento de pesticidas.

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