Dia D na Alese pode definir outro cenário


Com o fim das eleições de 2018, vem o processo de escolha da mesa diretoria da Alese, é o momento onde deputados reeleitos e novos pensam em qual colega pode assumir a presidência do poder legislativo. Esse pensamento é muito comum, e acaba não somente definindo o cenário político a nível de estado, como também a mesa diretora se comportará no próximo biênio (2019/2021).

De um lado o experiente e arretado Luciano Bispo (MDB), atual presidente, que passou por um perrengue quando teve seu mandato impedido pela justiça eleitoral, e alguns contavam com o mesmo fora desta legislatura que se inicia, mais a decisão foi favorável e Luciano ganhou não somente o direito de ser Deputado como também de disputar a presidência da Alese.

Do outro lado uma chapa de oposição com membros da situação, isso mesmo o atual vice-presidente Garibalde Mendonça (MDB), tido como favorito ao cargo mantém-se em silêncio, articulando com deputados da situação, oposição e os independentes, que nessa legislatura deve ser um bom quantitativo. Não esquecendo de Zezinho Guimarães que apoia e faz campanha contra o candidato do governo, Luciano Bispo.

A vitória de Luciano ou de Garibalde depende de vários fatores, entre eles: a boa vontade dos parlamentares em aclamar o atual presidente ou de acontecer uma rebelião e garantir a vitória da chapa mista liderada por Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães.

Como diz o ex-governador Albano Franco: “Sergipe é de muro baixo, todos se conhecem”