Família em Pé de Guerra, Cutucando com vara curta, Meu pirão primeiro

Os desentendimentos de Maria e Marlene, a cutucada de Alessandro no Judiciário e a farinha pouca, meu pirão primeiro de Dr. Emerson.

Reprodução / Senado Federal

Família em pé de guerra

“Ele assinava documentos sem saber o que estava assinando. Confiava na irmã”, foi com essa frase que a senadora Maria do Carmo (DEM), se referiu à ex-secretária de Governo de Aracaju, Marlene Calumby, sua cunhada. Acusações levianas, lados opostos ? Ninguém sabe ao certo, mas de uma coisa muita gente tem certeza, a senadora não deixará a imagem do seu marido, o ex-governador João Alves, ser jogada no lixo, mesmo que seja necessário falar a verdade sobre o que acontecia na gestão do seu marido na prefeitura de Aracaju.

Uma pena chegar a esse fim trágico, depois de anos de uma amizade de comadres, a senadora mostrou que é João até o fim, independente do elo de casal, do amor de um homem para uma mulher, enfim, vai ser o xeque-mate para alguns que acham que passarão despercebidos das investigações da justiça. O sentimento de raiva toma conta do ar, difícil será ter em um mesmo ambiente Maria e Marlene, será quase impossível, e agora então com as últimas declarações.

Triste fim….


Cutucando com vara curta

Veja como são as coisas: depois de uma vitória esmagadora em cima de velhas raposas, o delegado Alessandro Vieira (PPS) tornou-se senador da noite para o dia. Quase um milagre divino, visto que o mesmo não aparecia em boas posições nas pesquisas eleitorais.

Alguns dizem que foi sorte, outros dizem que foi o famoso voto de protesto, mas o que percebi foi um engajamento perfeito entre candidato e eleitor, claro que pautado em uma linha de frente de influenciadores digitais, que enviavam a todo minuto mensagens de apoio ao então candidato Alessandro Vieira, sendo até mesmo chato a quantidade de mensagens que eram enviadas, mas pelo jeito acabou dando certo.

Agora, o senador tem pegado no pé do judiciário, tem cutucado onça com vara curta, não julgo a atitude do parlamentar, mas é preciso entender que nesse país em que vivemos, quando as coisas param na justiça, tudo fica mais lento e o sentimento de vingança sempre é maior, mais coeso e acima de tudo perturbador. Bulir em maribondo pode causar uma sangria sem fim, pode até mesmo colocar em xeque o mandato de qualquer político, mesmo ele querendo fazer algo de bom para a sociedade.

Mais uma vez, o senador corre contra o tempo para recolher novamente as assinaturas da CPI da Lava Toga, a comissão que pode levar o judiciário ficar de cabelos em pé. Quem sou eu para dar conselhos a um Senador da República, mas é bom que o delegado tenha bala na agulha, porque se não, tudo pode acabar em Pizza de charque e quatro queijos, a minha predileta aliás (risos).


Meu pirão primeiro

Bastou a ex-senadora Marina Silva, votar pela não fusão com o PPS, para o ex-vereador Dr. Emerson, afirmar à imprensa que a sua ida para o ninho socialista estava mais do que certa, ou seja, Marina que fique na Rede dela.

Com essa atitude do doutor, me veio a mente alguns pensamentos distantes, quando da campanha para prefeito de Aracaju, quando o mesmo Dr. Emerson, de forma muito clara abria a boca para gritar aos quatros cantos que era REDE até morrer, a melhor sigla, um partido coeso, leal e etc.

Mas, o que se vê agora é a Rede furada e Dr. Emerson, nadando para o leito do rio, tentando se salvar, para assim receber o abraço fraterno do PPS. Que coisa hein, tudo gira em torno de interesses, nesse caso são políticos, que fique claro.