Funcionário depõe e complica a vida de Flávio Bolsonaro

Por Gilberto Dimenstein

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Flávio Bolsonaro sempre alegou que nada sabia dos depósitos feitos pelos seus funcionários nas contas de seu então motorista Fabrício Queiroz.
Aliás, ele disse que foi o motorista que contratou mãe e irmã de um chefão das milícias, hoje foragido, suspeita da morte de Marielle Franco.

O radar da revista Veja informa que um dos funcionários foi ao Ministério Público, onde o caso é investigado, desmonta a versão do senador. Nome o funcionário: Augustinho Moraes da Silva. Ele está na lista de depositantes suspeitas na conta de Fabrício.

Notícia no Diário do Centro do Mundo

Agostinho Moraes da Silva foi o funcionário que menos depositou dinheiro na conta do ex-motorista, segundo o relatório do Coaf — apenas 800 reais.
Procurado quatro vezes em sua residência, na Zona Sul do Rio, e na casa de uma irmã, ele é mais um que desapareceu. um vizinho relatou que faz semanas que não vê o ex-servidor.

O carro de Agostinho Moraes da Silva permanece estacionado em frente ao seu prédio, mas ninguém tem pista sobre seu paradeiro.
Familiares dizem que ele está sem celular, incomunicável. “Agostinho é subsíndico do prédio.

A gente não consegue falar com ele nem para resolver os problemas do dia a dia”, reclama um morador.