Pesquisa Científica aborda os Desafios da Pessoa com Deficiência na Administração

A pesquisa faz parte de um ação integrada da ACAD – Academia de Ciências da Administração de Sergipe, juntamente com os professores Moabe Teles e Mauro Machado e acadêmicos convidados em diferentes profissões. O objetivo da pesquisa é identificar as necessidades da pessoa com deficiência no tocante a profissão do Administrador, levantando informações e números que mostrarão a sociedade como o PCD (Pessoa com Deficiência) está sendo acompanhado, desde do início do curso, durante as aulas e finalizando na diplomação da profissão de administrador.

Professores Moabe Teles e Mauro Machado, coordenadores da Câmara de Estudo e Pesquisa e profissionais de diversas aréas que participam da Pesquisa Científica | Arquivo Pessoal – Moabe Teles

“A missão é justamente promover e proporcionar conhecimento de forma estudada cientificamente, que traga comprovação e que ajude o campo da administração, que essas pesquisas norteiem e ajudem os empresários, estudantes e sociedade em geral, os administradores com alguns dados que auxiliem na tomada de decisões, sabendo que o que verdadeiramente esse setor passa, por esse motivo escolhemos a ética e a inclusão, porque percebemos que existe uma demanda de pessoas com limitação de locomoção física, auditiva e visual, começamos a ter o desejo de pesquisar o que tem acontecido nesse segmento”, explicou Moabe Teles, coordenador da pesquisa e membro da ACAD-Sergipe.

O estudo vem contribuir com a possível melhoria, analisando o cenário, propondo ajustes e ideias que possibilitem mudar a vida dessas pessoas. Fazem parte da câmara de Estudo e Pesquisa, diversos profissionais de diversas áreas, que auxiliam os professores Moabe Teles e Mauro Machado na condução dos trabalhos. A pesquisa se dará até meados de julho de 2020.

Professores Mauro Machado e Moabe Teles, coordenadores da Câmara de Estudo e Pesquisa | Arquivo Pessoal – Moabe Teles

“Queremos estabelecer uma relação direta entre a formação acadêmica e absorção dessa mão de obra, formada pelas faculdades e universidades de Sergipe, mas com o diferencial de se reportar as pessoas com algum tipo de deficiência, a gente quer ver como está o acesso desse estudante com deficiência ao curso de administração, acompanhar durante o curso, se a instituição tem condições de incluir de fato esse aluno, ou se é uma inserção, e também quais são as oportunidades de emprego que ele terá, como será depois no mercado de trabalho”, explica o professor Mauro Machado, coordenador geral da pesquisa e membro da ACAD-Sergipe.