URGENTE: SUKITA APRESENTA-SE A SEDE DA POLÍCIA FEDERAL

Condenação por corrupção eleitoral foi confirmada no TRE contra o ex-prefeito de Capela e mais três réus

O ex-prefeito Manoel Messias Sukita encontra-se preso na carceragem da Polícia Federal, em Aracaju. Já nas primeiras horas de hoje, o candidato aproveitou para gravar programas eleitorais com depoimentos de eleitores e lideranças políticas que o apoiam e fez uma grande caminhada pelas ruas da cidade de Capela, afirmando em carro de som, que a sua campanha não estava perdida, e pediu a todos que ouçam sua filha Isadora Sukita e os amigos que a partir de agora devem coordenar sua campanha.

Mais cedo, Sukita afirmou através de áudio que estava tranquilo, e que o povo não escutasse as mentiras que seriam ditas sobre ele, relatou que estava sofrendo injustiças e que “faz política de mãos dadas com o povo”.

 

Entenda o caso

Na sessão de quinta-feira (13), o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) determinou o envio de oficio à quinta zona eleitoral para execução provisória da pena. Com a medida, de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal, cabia somente ao juiz eleitoral emitir o mandado de prisão do réu.

Pelos crimes, também foram condenados três integrantes da então equipe de Sukita que participaram dos esquemas criminosos. São eles: Ana Carla Santana Santos (ex-secretária municipal de Assistência Social), Maria Aparecida Nunes (ex-secretária de Assistência Social substituta) e Arnaldo Santos Neto (ex-diretor financeiro do fundo de assistência social). A condenação é resultado de ação do Ministério Público Eleitoral ajuizada em julho de 2015.

Penas – Manoel Sukita foi condenado a 13 anos, 9 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado e pena multa de 32 dias – multa no valor de 1 salário mínimo vigente à época dos fatos.

Ana Carla Santos foi condenada a 6 anos, 3 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial semi-aberto e 10 dias – multa no valor de meio salário mínimo vigente à época dos fatos.

Maria Aparecida Nunes e Arnaldo Santos Neto foram condenados a 3 anos, 9 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial aberto.

Os réus ainda podem recorrer da decisão.